ATENÇÃO pais ao ciberbullying

ATENÇÃO pais
A  maioria dos laboratórios de informática das escolas não permite o acesso a sites de redes sociais, mas fora desse âmbito cabe aos pais esse monitoramento.  O ideal e recomendado é que  o computador esteja em um local da casa de grande circulação. Os pais devem participar o mais ativamente possível da vida dos seus filhos. É necessário prestar atenção ao comportamento percebendo alterações (até as mínimas) e especialmente a vítima precisa saber que num caso concreto ela tem em quem confiar.
Mas é bom lembrar também que algo mais grave pode estar acontecendo.  O agressor pode estar dentro de nossa casa.
Apesar de DIFICIL, como mãe eu entendo, procure manter tanto quanto possível o computador num lugar mais visível. Importante os filhos entenderem que não se pretende invasão de privacidade e sim cuidado e amor, porque os pais como adultos tem mais condições de avaliar o perigo dos contatos virtuais.

Internet  faz parte da nossa vida e não sabemos mais viver sem tecnologia. Logo, precisamos ter muita responsabilidade com o uso.

Tem muitos pais que não sabem usar os programas e aplicativos que os filhos usam diariamente.  É importante essa atualização e aprender a linguagem deles, sabendo manusear essas ferramentas para poder entender suas atitudes.

É importante para pais e educadores conhecer no mínimo os mais comuns como MSN, facebook, blogs, skype, G. talk.

Este método de conversação via Internet é cada vez mais utilizada por jovens para se comunicarem com os seus amigos ou para conhecerem pessoas novas. Pelo motivo deste contato ser virtual e não cara a cara,  muitos jovens sentem-se mais seguros para se abrirem emocionalmente gerando vínculos com desconhecidos, facilitando a prática do CB ou até mesmo a pedofilia.
O QUE AS VZ PARA NÓS É MINIMO, PARA QUEM SOFRE E VIVE O PROBLEMA A COISA É ENORME. TEMOS QUE TER SENSIBILIDADE PARA COMPREENDER E TENTAR ENTENDER A VITIMA SEM CRITICÁ-LA DIZENDO: ENFRENTA, ISSO É BOBAGEM…
Recomendo para todos as famílias e educadores o filme:
Confiar, de David Schwimmer

Dilma Resende
02/02/2012
WWW.direitoweb.com.br

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O que fazer em caso de Cyberbullying?

O que fazer em caso de Cyberbullying?

Uma boa atitude é registrar o fato em ata notarial, para que fique oficialmente documentado em caso de ação judicial.
(ata notarial: é um procedimento feito pelo tabelião no cartório, onde ele registra o fato fielmente narrado pela pessoa ou seu representante, sem emissão de opinião, juízo de valor ou conclusão, servindo este documento como prova judicial (por ter fé pública). Uma vez feito isso, a verdade dos fatos ali narrados, só poderá ser contestada através de uma ação argüindo incidente de falsidade e JÁ com sentença transitada em julgado (que significa dizer: processo FINDO em definitivo)

Importante saber de cara que o anonimato na Internet não é absoluto. Todos os computadores conectados à rede mundial podem ser rastreados através de seu IP. É como se fosse a sua assinatura virtual.
Quem sofreu agressão através da Internet deve preservar o maior número de provas possíveis, tirando, por exemplo, prints  das telas com os emails, mensagens ou fotografias ofensivos.
Falar com os envolvidos
Uma vez identificados os indícios, é o momento de conversar com a vítima e com o agressor (evitando a exposição de ambos). A posição da escola é delicada. Ela deve ter o cuidado na hora de agir porque os dois estão sob sua responsabilidade.
Casos mais graves
Em caso de situações mais graves, o problema deve ser encaminhado a delegacias especializadas em crimes digitais. Para que os e-mails com ameaças possam ser tomados como prova, eles devem ser impressos, mas é essencial que também sejam guardados no computador para que a origem das mensagens seja rastreada. Nos sites das redes sociais  existe uma opção de denúncia de conteúdos impróprios em suas páginas e, em certos casos, o conteúdo agressivo é tirado do ar por ordem judicial se for o caso.
Delegacias especializadas em crimes digitais no rj:

Divisão Cibercrimes SSP-RJ – Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)
Endereço: Rua Professor Clementino Fraga nº 77 – Cidade Nova (prédio da 6ª DP), Rio de Janeiro, RJ
Telefone: 21 – 3399-3203/3200
E-mails: drci@policiacivil.rj.gov.br -  drci@pcerj.rj.gov.br

(artigo de autoria da Dra Dilma Resende – especialista em direito digital – www.direitoweb.com.br)

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Precauções contra o cyberbullying

Precauções
Cuidado com a privacidade
Assim como fora do mundo virtual, dentro dele, os cuidados com exposição pessoal devem ser uma constante e a prudência estar sempre em pauta. A divulgação de telefones, emails e endereço deve ser o máximo possível evitado, assim como a exposição de fotos e vídeos pessoais. Não é bom se expor demais na Internet porque nem todo ambiente virtual é seguro.  A exposição eleva as chances de se tornar  alvo de ofensas e ameaças, sem mencionar o número de fraudes virtuais que  cresce todos os dias.
Em redes sociais, evite divulgar fotografias ou vídeos seus e de sua família, ou se divulgar, que seja apenas para pessoas nas quais confia. Use os filtros de privacidade.

Atitudes  que os educadores (pais e professores) devem assumir:

Os pais e educadores têm enorme responsabilidade na luta para diminuir os números do cyberbullying  entre os jovens. A amizade e a lealdade devem ser incentivadas, focando o fortalecimento dos laços e incentivando a tolerância com as diferenças. O ambiente familiar e escolar deve ser equilibrado. Autoritarismo deve ser evitado e os limites devem ser estabelecidos e justificados. Além disso, estar sempre atento as mudanças de comportamento e, tanto quanto possível, manter os computadores em ambientes coletivos. Importa dizer que é extremamente necessário que os pais e educadores se atualizem nos assuntos cibernéticos dos jovens, para compreender o que se passa no dia a dia.
AULAS DE INFORMÁTICA – Devem ser dinamizadas.
Uma vez que a maioria das escolas possui tais aulas, porque não utilizar este espaço para ensinar valores?

Use as aulas para ensinar os perigos de fornecer dados pessoais na internet  para evitar o roubo de identidade ou o mau uso. Deixe claro que compartilhar fotos ou imagens possibilita oportunidade de cópias e manipulação.
Ensine a evitar brincadeiras maldosas, pois às vezes o jovem não tem noção da dimensão e do peso das palavras e brincadeiras, e o que consideram brincadeiras  inocentes podem ter graves conseqüências.

Em casos de ofensas recebidas, ensine-os a guardar as mensagens, trocar senhas ou contas de e-mail. Essa prática coíbe o mau uso das informações. Tudo é válido para se proteger. ESTAMOS como EM GUERRA. Muito importante: Instale programas protetores e que podem ser baixados da internet gratuitamente.

(artigo de autoria da Dra Dilma Resende – especialista em direito digital – www.direitoweb.com.br)

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Como Acontece o CYBERBBULLYING

Como Acontece
Várias são as formas da prática do cyberbullying e aqui vamos dar alguns exemplos:
Divulgar os dados pessoais das vítimas  em sites, fóruns, blogs, etc, ou até mesmo enviar E-mails e mensagens instantâneas contendo ameaças ou assediando as vítimas.  Postar fofocas e boatos também é prática comum.
Na Internet, as ofensas circulam através de redes sociais, e-mails, vídeos, blogs e mensagens instantâneas, entre outros, numa velocidade muito maior do que teriam fora do mundo cibernético. As ofensas podem ser feitas em forma de calúnias, perseguições, ameaças, boatos maldosos e imagens montadas (ou ate mesmo verdadeiras, porém privativas) sobre a vítima.
É possível alguém espalhar e-mails e mensagens instantâneas fazendo-se passar por outra pessoa, ameaçando, insultando e produzindo intrigas ou fofocas. Importante lembra que as principais redes de relacionamentos são as maiores fontes de informações para se começar um  cyberbullying.
Enfim, uma infinidade de insultos e ofensas podem ser usadas  para denegrir a imagem, ameaçar ou magoar pessoas. Isso é sério porque até adultos caem, quanto mais os jovens, cuja vivência e maturidade são menores.

Outro cuidado especial deve ser tomado ao inserir dados pessoais em cadastros feitos em ambiente virtual, pois se a segurança não é eficaz, pode propiciar roubo de identidade e principalmente senhas. Isso possibilita envio de mensagens com maldades ou conteúdos obscenos em seu nome.
(artigo de autoria da Dra Dilma Resende – especialista em direito digital – www.direitoweb.com.br)

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CYBERBBULLYING

CYBERBBULLYING é o bullying na forma on line. Significa dizer que a pessoa (ou grupo de pessoas) usa a tecnologia para praticar comportamentos inadequados e hostis, com o intuito de prejudicar outro.
O problema da internet é que tudo neste ambiente se alastra muito rapidamente, sejam palavras ou imagens depreciativas e isso faz com que essa prática se torne mais perversa. Isso serve para avaliarmos a dimensão do problema, pois se já entendemos o bullying onde menos pessoas são envolvidas e o resultado é atroz, imaginem o cyberbullying que atinge milhares de pessoas (ou a escola toda, ou a empresa toda) em questão de minutos?  Isso ocorre pelo fato do mundo virtual simplesmente ser ILIMITADO e a pessoa já fragilizada em função da agressão e exposição não ter forças para se defender.
O fato da tecnologia ser o meio de agressão usado no caso de cyberbullying torna um pouco mais difícil a identificação do agressor, o que não quer dizer que seja impossível, mas até que providencias sejam tomadas e resultados apresentados, a sensação de impotência da vitima do cyberbullying é extrema.
Em função da tecnologia, muito mais pessoas visualizam a agressão, possibilitando algumas vezes até ser compartilhado. Isso fortalece o agressor, enfraquecendo cada vez mais as vitimas. Para o jovem que vivencia isso é completamente DESASTROSO, levando muitas vezes ao suicídio.
Tudo é o contexto.  Visto que a vitima se fragiliza e se retrai, muitas vezes não relata o problema e passa a sofrer sozinha e, dependendo do sofrimento como já vimos, as conseqüências podem ser catastróficas. Cá entre nós, COMO VOCE SE SENTIRIA se ao abrir um e-mail ou um perfil qualquer,  se surpreendesse com ofensas ou mentiras (aliadas a fotos, posts, etc) a seu respeito, ou se, do dia para a noite, tivesse todos os seus dados (tais como senhas ou números de cartões de crédito) hackeados (roubados)?
Interessante e assustador é que qualquer pessoa pode sofrer esta violência, inclusive professores e escolas. Os agressores geralmente criam posts em redes de relacionamentos depreciando escolas e professores e induzindo outras pessoas a esta prática.
Outro fator importante a lembrar é que há casos relatados de AGRESSORES que passaram a VÍTIMAS e vice versa… Nesse mundo virtual e globalizado é assim. INFINITAS POSSIBILIDADES. Se atitudes não forem tomadas, se posições não forem reforçadas e se mais campanhas de conscientização não forem realizadas, cada vez mais as estatísticas vão nos surpreender. A probabilidade concreta é essa prática se tornar um buraco negro sem controle, porque a tendência do ser humano é  sempre revidar.

(artigo de autoria da Dra Dilma Resende – especialista em direito digital – www.direitoweb.com.br)

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EAD X Ensino Presencial

Educação presencial é a forma de transmissão de conhecimento onde o professor é o grande ator. Do palco, a sala de aula, sua performance pode fazer um assunto maçante em um interessante programa. O fruto deste trabalho, quando bem executado, produz o tão importante conhecimento: luz imprescindível para a vida de quem o adquire.

Como em qualquer área, também os bons atores merecem ser bem remunerados pelos seus serviços, o que nem sempre é possível. Igualmente, os custos operacionais com a estrutura de uma instituição de ensino regular e a locomoção inevitável dos alunos às salas de aula são fatores negativos.

Com o advento da educação a distância, os valores elevados da pesada estrutura presencial de ensino são drasticamente reduzidos. Trata-se da esperada senha para uma possível elevação salarial do professor. Ao capilarizar o conhecimento usando mídias de acesso popular como o DVD e vídeo aulas, se faz possível que um número maior de pessoas alcance bom conteúdo.

Entretanto, mais material disponível não significa potencializar o poder de absorção do aluno. O ensino a distância (EAD) é uma mescla de profundidade do conteúdo com a maturidade do receptor. Cursos de pós-graduação nesta modalidade, por exemplo, sugerem material conciso e com menos cores, vídeos curtos, sem faltar um célere sistema de dúvidas e respostas entre corpo docente e discente. Em termos de educação infantil a distância, esta só deve ser utilizada como apoio ao sistema presencial. Por melhor que seja apresentada a disciplina, maturidade é fundamental neste processo. Conclui-se que em EAD a responsabilidade do sucesso recai sobremaneira no aluno, pois exige mais deste. O aluno é incitado a pesquisar mais, enquanto que no sistema presencial tende-se a uma acomodação com o que é apresentado em sala de aula.

Assim como o corpo docente e discente tem características próprias, o conjunto de ferramentas de trabalho e os profissionais de TI também são peculiares em EAD. De todos os programas existentes, o mais conhecido é a plataforma de ensino a distância “Moodle”. Consiste em um aplicativo gratuito voltado para prover interação “on line” entre os seus usuários, ainda que estejam todos dispersos em várias localidades diferentes. Simula-se uma sala de aula, comumente chamada de “virtual”.

Não obstante o “Moodle” seja “software” gratuito, personalizar o produto às necessidades de cada empresa é tarefa para profissional habilitado. Não é incomum que instituições desenvolvam soluções próprias, pois, por vezes, o custo com adequação é proibitivo.

Exige-se muito dos profissionais de TI em EAD. Isto porque neste modelo acadêmico o usuário é mais imediatista. Então, é melhor oferecer menos recursos do que uma infinidade. O usuário EAD precisa aprender o conteúdo apresentado e nada mais. Ser simples é fundamental. O coordenador pedagógico e o profissional de TI necessitam estar afinados.

Encontrar profissionais de informática que já tenham cursado disciplinas “on line” e que, igualmente, já tenham desenvolvido projetos em parceria com pedagogos especializados EAD é o grande desafio para empresas deste segmento. Em contrapartida, a multiplicação desenfreada de cursos “on line” e a indústria dos diplomas têm arranhado a credibilidade do ensino a distância. Esquece-se que o objetivo maior é o aprendizado, muito mais que um diploma.
Concluo que o ensino a distância passa por um processo de concretização, onde os alunos estão mais exigentes e conscientes. O mercado está mais denso que há alguns anos atrás e muitas universidades (inclusive federais) já aderiram a esta modalidade. As empresas que conseguirem manter seus profissionais atualizados estarão um passo a frente neste mundo globalizado e agressivo. Logo, o conceito de “distância” será modificado: fronteiras e línguas serão ignoradas graças a tradutores instantâneos e hologramas perfeitos de nossas imagens em qualquer lugar do mundo.

É apenas uma questão de muito pouco tempo.

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PHP X Java

Comecei a aprender PHP em meados de 2005, se não me engano.  “Um pouco tarde”, diriam alguns.  E eu também.

Em 2005 não havia tantos recursos para o usuário (lado cliente) e as tecnologias para servidor eram até mais comentadas.  Hoje não.  JQuery e seus amigos transformaram a Web em um mundo diferente e mais divertido/colorido.

PHP é uma linguagem que fica do lado do servidor e usada pela velha guarda da internet há décadas.  Nascida em 94, segundo minhas pesquisas, veio de outra linguagem de scripts: Perl.  O fato é que ela é madura, relativamente fácil de aprender e implementar.    Talvez até o excesso de funções e recursos prejudique um pouco a famosa “curva de aprendizado”.

Java veio mais cedo que o PHP, apesar de não ter despontado tão rápido.  Eu diria que ela veio mais cedo que a própria história.  Seu embrião data de 91 na Sun Microsystems e uma idéia que revolucionaria o desenvolvimento de softwares para sempre: os objetos.

Java é totalmente orientada a objetos, que por si só não quer dizer muito.  Mas este “pouco” é de uma sutileza importantíssima.  Objetos nada mais são do que uma forma de expressar uma idéia de forma mais elegante e protegida.  Graças aos “objetos” o desenvolvedor pode encapsular seus projetos em pacotes independentes e livres de erros.  É uma idéia que a princípio assustava os programadores porque se trata de quebrar o paradigma da programação estruturada.  Hoje não assusta.  Incomoda.

O fato é que Java invadiu não só a Web mas tudo que se mexia e era eletrônico.  Cresceu de uma maneira sólida e aparentemente definitiva, como o Google.

Em 2008 tentei me aprofundar no PHP, mas tomei um susto!  Mal havia livros, que diria cursos.  Java era uma febre e pensei que fosse o fim da linguagem.  Lembrei do fim do Clipper (linguagem de programação que virou febre na década de 90 e simplesmente sumiu).

Percebi que a onda era inevitável e fiz meu primeiro curso neste ano.  No entanto, vislumbrei que a curva de aprendizado de Java era mais dolorosa que a do PHP e acabei desenvolvendo meu primeiro grande projeto pra Web em PHP mesmo.

Hoje, 3 anos depois, continuo vendo que o PHP é valente.  Ainda há cursos e livros mil.  WordPress, Facebook, PagSeguro, Vimeo e muitos gigantes tem suas  APIs todas em PHP.  Outras empresas como o CIELO são mais ousadas e seus manuais de integração com lojas virtuais constam Java como primeira opção.  Até se vê ASP, PHP… Apenas para não ficar feio na foto.

Com o PHP 5, esta linguagem incorporou o conceito de objetos e se reinventou.  Apesar da valentia do PHP, creio que o futuro virá sólido para Java.  Vejo Java como um grande monstro sólido e perigoso que vai engolir o mundo.

Como o Google.

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